
autor: Pedro Pablo Lazzarini / email autor: lazzarini em sindcine.com.br
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data: Terça Abril 15 11:52:31 BRT 2008
CINEMABRASIL-Lista debatendo Tecnica,Linguagem, Mercado do Cinema Brasileiro
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Acrescenta meu nome, Como Diretor de Fotografia: Pedro Pablo
Lazzarini...........obrigado beijos Lazzarini
----- Original Message -----
From: "João Batista Pimentel Neto" <pimentel em cineclubes.org.br>
To: <cinemabrasil em cinemabrasil.org.br>
Sent: Friday, April 04, 2008 6:06 PM
Subject: Re: [CINEBRASIL] CAMPANHA PELOS DIREITOS DO PÚBLICO - 4ª PARCIAL
CINEMABRASIL-Lista debatendo Tecnica,Linguagem, Mercado do Cinema Brasileiro
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Companheiros
Esta é a QUARTA parcial dos apoiamentos à CAMPANHA PELOS DIREITOS DO
PÚBLICO lançada pelo CNC - CONSELHO NACIONAL DE CINECLUBES
BRASILEIROS.
Somamos agora 323 assinaturas.
Então confiram a lista e se sua entidade ou você ainda não assinou,
assine e após assinar,
veja também outras formas de participação e colaboração na campanha.
Junto a sua confirmação de adesão, por favor nos informe a cidade e o
estado onde resides e sua profissão.
Enfim, espalhe a notícia e peças aos seus familiares e amigos que
também nos ofereçam seus apoios.
Grande abraço
Pimentel
Conselho Nacional de Cineclubes lança campanha pelos direitos do público
O Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros está lançando uma
Campanha pelos Direitos do Público. A Campanha se baseia na Carta dos
Direitos do Público, aprovada por 70 países membros da Federação
Internacional de Cineclubes e referendada, em fevereiro último, na 1ª.
Conferência Mundial de Cineclubismo, na Cidade do México
O público é o único segmento da cadeia produtiva do audiovisual que
não está representado em nenhum órgão ou instância de decisão
referente às políticas de comunicação ou cultura. É o único setor que
não tem voz no processo de comunicação - que tem nele, justamente, sua
sustentação e seus objetivos.
Assim, as normas - ou a ausência delas - que regulamentam a
comunicação, delimitam a circulação dos bens culturais e controlam o
acesso da população à cultura são fundamentalmente, determinadas por
grandes grupos privados, com interesses particulares. E o público, que
financia esse sistema, é tratado apenas como platéia passiva, como
espectadores submissos, meros consumidores desprovidos de interesses e
inteligência, simples objetos e nunca sujeitos do processo de
comunicação.
A imprecisão legal do conceito de direito de autor - e seu conseqüente
uso indevido- , o abuso de chicanas legais para impedir a livre
circulação de produtos audiovisuais, o não cumprimento de compromissos
previstos em programas de fomento da produção e distribuição
audiovisual, a ausência de garantias ao usufruto da produção e à
expressão equitativa dos diferentes públicos, a falta de programas de
sustentação de organismos de representação do público e a inexistência
de sua participação na imensa maioria dos órgãos públicos de
comunicação e cultura - enfim a ausência de um corpo jurídico e
político que reconheça, estabeleça e garanta os direitos do público
fazem com que o processo cultural, no Brasil, esteja sob controle de
grandes corporações de comunicação, voltadas unicamente para a
obtenção de lucro e sem consideração pelos interesses e direitos do
público.
No mundo contemporâneo, o público compreende praticamente o conjunto
da população. No plano da criação, produção, distribuição e usufruto
dos produtos audiovisuais, o público é hoje representado pelos
cineclubes e suas entidades representativas regionais, nacionais e
internacionais.
Desde seu surgimento, no início do século 20, os cineclubes foram as
únicas instituições a advertir sobre o mal uso do instrumento
cinematográfico e que, desde logo, atuaram no sentido de organizar o
público. E, há cerca de 90 anos, vêm construindo uma experiência única
de inclusão e representatividade, integrando, representando,
confundindo-se com o público.
A Carta dos Direitos do Público sintetiza, em grandes linhas, os
próximos passos que o movimento cineclubista, junto com todos os
setores autônomos do audiovisual brasileiro, com o conjunto da
sociedade civil e com o apoio do Legislativo, deve dar no sentido de
definir e fazer aprovar uma legislação dos Direitos do Público.
Carta dos Direitos do Público
ou "Carta de Tabor"
A Federação Internacional de Cineclubes (FICC), organização de defesa
e desenvolvimento do cinema como meio cultural, presente em 75 países,
é também a associação mais adequada para a organização do público
receptor dos bens culturais audiovisuais.
Consciente das profundas mudanças no campo audiovisual, que geram uma
desumanização total da comunicação, a Federação Internacional de
Cineclubes, a partir de seu congresso realizado em Tabor (República
Tcheca), aprovou por unanimidade uma Carta dos Direitos do Público:
1. Toda pessoa tem direito a receber todas as informações e
comunicações audiovisuais. Para tanto deve possuir os meios para
expressar-se e tornar públicos seus próprios juízos e opiniões.
Não pode haver humanização sem uma verdadeira comunicação.
2. O direito à arte, ao enriquecimento cultural e à capacidade de
comunicação, fontes de toda transformação cultural e social, são
direitos inalienáveis.
Constituem a garantia de uma verdadeira compreensão entre os povos, a
única via para evitar a guerra.
3. A formação do público é a condição fundamental, inclusive para os
autores, para a criação de obras de qualidade. Só ela permite a
expressão do indivíduo e da comunidade social.
4. Os direitos do público correspondem às aspirações e possibilidades
de um desenvolvimento geral das faculdades criativas. As novas
tecnologias devem ser utilizadas com este fim e não para a alienação
dos espectadores.
5. Os espectadores têm o direito de organizar-se de maneira autônoma
para a defesa de seus interesses. Com o fim de alcançar este objetivo,
e de sensibilizar o maior número de pessoas para as novas formas de
expressão audiovisual, as associações de espectadores devem poder
dispor de estruturas e meios postos à sua disposição pelas
instituições públicas.
6. As associações de espectadores têm direito de estar associadas à
gestão e de participar na nomeação de responsáveis pelos organismos
públicos de produção e distribuição de espetáculos, assim como dos
meios de informação públicos.
7. Público, autores e obras não podem ser utilizados, sem seu
consentimento, para fins políticos, comerciais ou outros. Em casos de
instrumentalização ou abuso, as organizações de espectadores terão
direito de exigir retificações públicas e indenizações.
8. O público tem direito a uma informação correta. Por isso, repele
qualquer tipo de censura ou manipulação, e se organizará para fazer
respeitar, em todos os meios de comunicação, a pluralidade de opiniões
como expressão do respeito aos interesses do público e a seu
enriquecimento cultural.
9. Diante da universalização da difusão informativa e do espetáculo,
as organizações do público se unirão e trabalharão conjuntamente no
plano internacional.
10. As associações de espectadores reivindicam a organização de
pesquisas sobre as necessidades e evolução cultural do público. No
sentido contrário, opõem-se aos estudos com objetivos mercantis, tais
como pesquisas de índices de audiência e aceitação
Tabor, 18 de setembro de 1987
Para maiores informações, acesse CNC LANÇA CAMPANHA PELOS DIREITOS DO
PÚBLICO
Sobre a Carta dos Direitos do Público
Por uma campanha nacional em defesa do acesso ao conhecimento e à
cultura e pela livre circulação dos bens culturais
Introdução
O movimento cineclubista experimentou um esvaziamento, em todo o
mundo, durante os últimos anos do século passado, coincidindo com os
momentos mais importantes da onda de expansão do liberalismo, do
primado da iniciativa individual, da privatização das atividades
culturais, sob o amplo guarda-chuva conceitual da "globalização".
Tavez por isso, iniciativas das entidades mais gerais dos cineclubes,
como a Federação Internacional de Cineclubes (FICC) ou o Conselho
Nacional de Cineclubes Brasileiros (CNC) não tenham prosperado e mesmo
regredido em alguns casos
De certa forma, o mesmo aconteceu, de maneira bastante generalizada,
com muitas outras organizações e movimentos políticos, sociais e
culturais, por toda parte e nos setores os mais diversos.
A 1ª Conferência Mundial de Cineclubismo, realizada na Cidade do
México no final de fevereiro de 2008, recuperou e endossou
unanimemente a Carta de Tabor dos Direitos do Público, um verdadeiro
manifesto e um esboço de programa de defesa do público e de luta pelo
reconhecimento de seus direitos e das entidades que os representam.
No campo da comunicação audiovisual o público é representado pelos
cineclubes e suas entidades representativas regionais, nacionais e
internacionais.
Aprovada em 1987, quando apenas se reconheciam os grandes traços da
transformação de paradigmas de comunicação e informação, assim como da
generalização em escala inédita dos meios e produtos audiovisuais, a
Carta de Tabor mantém-se absolutamente atual e, mais que isso,
urgente.
Proletarização do público
"A linha divisória entre os homens não se acha exclusivamente entre os
que possuem e os que não possuem mas, cada vez mais, entre quem tem
possibilidade de aceder ao saber e quem está marginalizado do
conhecimento. Por outro lado, sabemos que o saber e o conhecimento,
cada vez mais, ao nível da maioria da população, se alcançam através
dos meios audiovisuais de transmissão e comunicação eletrônica. Se
além disso, observamos a grande exploração do consumo audiovisual com
fins práticos e a conseqüente miséria intelectual e cultural,
perceberemos que estamos diante do fato inédito de um proletariado dos
meios de comunicação
Em outras palavras, nunca os meios e produtos de comunicação
audiovisual - da televisão ao cinema, dos DVDs aos celulares - tiveram
uma tal disseminação em todo o mundo. Por outro lado, especialmente
nos países "em vias de desenvolvimento" ou mesmo "emergentes", o
acesso à qualidade e à pluralidade das formas de comunicação e
expressão do conhecimento e da arte estão cada vez mais restritas e
sendo restringidas pela privatização e controle da circulação das
obras de arte e dos bens culturais. Diante de uma incrível diminuição
de distâncias de comunicação e de uma inédita diversificação de meios
e produtos culturais, cada vez mais a "otimização" de segmentos de
mercado, o controle dos "direitos de propriedade intelectual" e,
enfim, os preços absolutamente abusivos, relegam a quase totalidade
das populações de países como o nosso à periferia do conhecimento e da
cultura universais, a uma posição colonial diante da circulação da
cultura, a uma proletarização no acesso à comunicação, à cultura, à
cidadania.
Quem representa o público
Desde seu surgimento, no início do século 20, foram os cineclubes os
únicos a advertir sobre o mal uso do instrumento cinematográfico e
que, desde logo, atuaram no sentido de organizar o público.
"Evidentemente, a questão do público se coloca hoje de maneira diversa
e bem mais aguda do que quando o consumo da literatura, da arte, do
teatro ou da música envolviam setores extremamente restritos da
população. A explosão científica e técnica dos últimos anos afetou
poderosamente os meios de transmissão e, portanto, ampliou enormemente
os consumos de idéias e emoções"
Há cerca de 90 anos, os cineclubes trabalham com o público,
confundem-se com o público, construindo uma experiência única de
inclusão e representatividade porque "cremos que o público deve ser
considerado como tal, e não ser visto como incapaz de autonomia e
liberdade, destinado portanto a assumir e aceitar o papel de
consumidor passivo, mudo, que apenas assimila tudo o que se lhe
oferece das mais diversas maneiras. Depois, esse consumidor é
consumido pelos mesmos meios de comunicação: porque paga como
assinante de televisão; paga como espectador na bilheteria do cinema;
paga ao comprar o jornal; paga os produtos que a publicidade,
infiltrando-se com uma freqüência vertiginosa e absolutamente
intolerável nas transmissões televisivas, lhe propõe e impõe... Mas
nós não queremos consumidores de comunicação, queremos um público
sujeito ativo, consciente, responsável, capaz não apenas de propor -
porque deve propor - mas igualmente conhecedor de seus próprios
direitos que, para nós, são inalienáveis e essenciais, para que o
cidadão cresça e possa alcançar os níveis do autogoverno."
Pela defesa dos direitos do público, do acesso à cultura e da livre
circulação dos bens culturais
A degradação do conceito de direito autoral, inalienável, em direito
de propriedade manipulado por corporações de porte planetário, expõe
em todo o mundo a fragilidade de direitos fundamentais do público,
consagrados nos maiores textos constitucionais.
De fato, essas corporações se apropriam indevidamente das obras e
produtos do conhecimento e das artes, não apenas restringindo
economicamente seu acesso a uma pequena "elite", mas ativamente
reprimindo iniciativas culturais e educativas sem finalidades
lucrativas.
Os direitos do público não se restringem, contudo, ao livre acesso à
informação e à cultura, mas incluem o direito de responder, de
participar e de intervir no processo de comunicação, individualmente e
através das entidades que representam seus interesses, "porque se
continuássemos apenas a escutar, sem usar esses instrumentos para nos
expressarmos, perderíamos a capacidade de comunicação entre os homens,
que forma a própria substância do ser humano".
A questão dos direitos do público tornou-se urgente e inadiável. As
enormes transformações que estão ocorrendo nos meios de comunicação e
nas formas de circulação, de intercâmbio da cultura da humanidade,
exigem o estabelecimento de normas que assegurem o direitos de todos e
de cada um.
Por isso a Carta dos Direitos do Público, tomada de posição inicial,
no campo do audiovisual, para uma ampla mobilização civil em prol da
definição clara inequívoca dos direitos da população que deve e exige
participar, ativa e conscientemente, do processo de comunicação entre
as pessoas, regiões, povos e culturas.
O Conselho Nacional dos Cineclubes Brasileiros conclama as forças
vivas do audiovisual brasileiro, do governo e da sociedade, e em
especial nossos representantes no Congresso, para essa fundamental e
digna batalha.
Nós somos o público!
1 No Brasil, a Carta de Curitiba (1974) consolida o compromisso do
cineclubismo com o cinema brasileiro, "enquanto intérprete da vida
brasileira aos níveis de divertimento, de análise e de informação". No
âmbito internacional, foi em 1976, na Assembléia Geral da Federação
Internacional de Cineclubes, em Potsdam (RDA), que a delegação
italiana propôs como tema central a questão do público.
2 A legislação sobre os cineclubes, no Brasil - em especial a Lei
5536/68 - caiu numa espécie de "esquecimento" com a promulgação da
nova Constituição, em 1988. Na prática, governos e magistratura a
ignoram desde então.
3 Fabio Masala, Una Carta Internacional para los Derechos de um
Publico Nuevo, comunicação ao 3º. Congresso de Cineclubes do Estado
Espanhol, Ed. Federació Catalana de Cine-Clubs,1992
4 Idem, ibidem
5 Filippo M. De Sanctis, Per uma riccerca-transformazione con el
publico dei mídia, in Masala F., Publico e comunicazione audiovisiva,
Roma, Bulzoni, 1986.
6 Declaração Universal dos Direitos Humanos - Art. 27 - Todo homem tem
o direito de participar livremente da vida cultural da comunidade, de
fruir as artes e de participar do progresso científico e de fruir de
seus benefícios. - Constituição da República Federativa do Brasil -
Art. 215 - O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos
culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e
incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais.
7 Exemplo recente é notório é o do Cineclube Falcatrua, atividade de
extensão universitária, exercida no recinto da Universidade Federal do
Espírito Santo sem cobrança de qualquer taxa, processado pela exibição
de dois filmes disponibilizados publicamente pelos seus
autores/realizadores. Em todo o Brasil, cineclubes, prefeituras, até
cidadãos privados recebem notificações e ameaças quanto à exibição de
obras audiovisuais sem intuito de lucro - contradizendo diretamente o
art. 184 do Código Penal.
8 Ricardo Napolitano, presidente da Federazione Italiana dei Circoli
di Cine, intervenção na discussão pública da Carta dos Direitos do
Público, em Roma, 1988, com a participação de representantes da
Comunidade Econômica Européia, do Parlamento Europeu e do Conselho da
Europa, além de forças política e culturais italianas.
Maiores Informações
João Baptista Pimentel Neto
Secretário Geral do CNC - Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros
secretariageral_cnc em cineclubes.org.br
Subscrevem este documento:
Entidades Internacionais
1. FICC - FEDERAÇÃO INTERNACIONAL DE CINECLUBES
2. FEDERAÇÃO ARGENTINA DE CINECLUBES, AR
3. FEDERAÇÃO DE CINECLUBES DO MARROCOS, Marrocos
4. FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE CINECLUBES, PT
5. FEDERAÇÃO URUGUAYA DE CINECLUBES, UY
6. FESTIVAL DE ÉVORA - ÉVORA, PT
7. MUNDOKINO - OBSERVATÓRIO GLOBAL DO CINECLUBISMO, MX
8. REDE CULTURAL DO MERCOSUL
9. REDE MUNDIAL DE ARTISTAS EM ALIANÇA
10. SECRETARIADO LATINOAMERICANO DA FICC, AR
11. CINECLUB BRAVO!, MX
12. CLUB 7° ART DE TANGER, Marrocos
Entidades Nacionais:
1.
CNC - CONSELHO NACIONAL DE CINECLUBES BRASILEIROS
2. ABCA - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CINEMA DE ANIMAÇÃO
3. ABD/N - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DOCUMENTARISTAS
4. APIJOR - ASSOCIAÇÃO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL DOS JORNALISTAS
5. CBDC - COALIZÃO BRASILEIRA PELA DIVERSIDADE CULTURAL
6. CPCB - CENTRO DOS PESQUISADORES DO CINEMA BRASILEIRO
7. FIC - FÓRUM INTERMUNICIPAL DE CULTURA
8. INSTITUTO ÁRVORE DA VIDA
9. INSTITUTO GERAÇÃO
10.
IPSO - INSTITUTO DE PESQUISAS E PROJETOS SOCIAIS E TECNOLÓGICOS
11.
OBORÉ
12. PONTÃO DE CULTURA MAPA DE REDES
13. UBE - UNIÃO BRASILEIRA DOS ESCRITORES
Entidades Estaduais:
1. ABD/AL - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DOCUMENTARISTAS DE ALAGOAS, AL
2. ABCV/DF - ASSOCIAÇÃO DE CINEMA E VÍDEO DO DISTRITO FEDERAL, DF
3. ABD/ES - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DOCUMENTARISTAS DO ESPÍRITO SANTO,
ES
4. ABD/GO - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DOCUMENTARISTAS DE GOIÁS, GO
5. ABD/MA - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DOCUMENTARISTAS DO MARANHÃO, MA
6. ABD/PI - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DOCUMENTARISTAS DO PIAUÍ, PI
7. ABD/SE - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DOCUMENTARISTAS DE SERGIPE, SE
8. ABD&C/RJ - ASSOCIAÇÃO DE DOCUMENTARISTAS E CURTA METRAGISTAS DO
RIO DE JANEIRO, RJ
9. ABD&C/RN - ASSOCIAÇÃO DE DOCUMENTARISTAS E CURTA METRAGISTAS DO
RIO GRANDE DO NORTE, RN
10. ACCRJ - ASSOCIAÇÃO DE CRÍTICOS DO RIO DE JANEIRO, RJ
11. ACV/MS- ASSOCIAÇÃO DE CINEMA E VÍDEO DO MATO GROSSO DO SUL, MS
12. APTC/ABD RS
13. ASCINE/GO - ASSOCIAÇÃO DE CINECLUBES DE GOIÁS, GO
14.
ASCINE/RJ - ASSOCIAÇÃO DE CINECLUBES DO RIO DE JANEIRO, RJ
15. ASSOCIAÇÃO CURTA MINAS, MG
16. AVEC/ABD-PR - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DOCUMENTARISTAS DO PARANÁ, PR
17. ASSOCIAÇÃO CULTURAL JOSÉ MARTI, SC
18.
CONCINE - CONSELHO CEARENSE DE CINECLUBES, CE
19.
CORREDOR INTERMUNICIPAL DE CULTURA, SP
20.
FEDERAÇÃO CAPIXABA DE CINECLUBES, ES
21.
FEDERAÇÃO DE CINECLUBES DO ESTADO DE SÃO PAULO, SP
22. FUNDAÇÃO SOUSANDRADE DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO DA UFMA, MA
23. INSTITUTO GUARNICÊ, MA
24. SIAV/RS - SINDICATO DA INDÚSTRIA AUDIOVISUAL DO RIO GRANDE DO SUL, RS
25. SINDCINE, SP
26. SINDICATO DA INDÚSTRIA AUDIOVISUAL DO RIO GRANDE DO SUL (SIAV-RS)
27. STIC, PA
28.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO, MA
Entidades Municipais:
1.
ASSOCIAÇÃO DAS ENTIDADES USUÁRIAS DO CANAL COMUNITÁRIO DE RIO
CLARO - RIO CLARO, SP
2.
ASSOCIAÇÃO DE CINECLUBES DE VILA VELHA - VILA VELHA, ES
3. ASSOCIAÇÃO CULTURAL CONFRARIA DE CINEMA, SP
4. ASSOCIAÇÃO CULTURAL PHOTO CINECLUBE CHAPARRAL - EMBU DAS ARTES, SP
5. ASSOCIAÇÃO CULTURAL ZERO MM - SANTO ANDRÉ, SP
6.
ASSOCIAÇÃO DE DIFUSÃO CULTURAL DE ATIBAIA - ATIBAIA, SP
7. BVS - ESTÚDIO BRASILEIRO DE VIDEOFILMES.
8. CINEART - NÚCLEO DE CULTURA AUDIOVISUAL- Vila Velha - ES
9.
CESMA - COOPERATIVA DOS ESTUDANTES DE SANTA MARIA - SANTA MARIA, RS
10.
ESTAÇÃO CINEMA - Associação dos Profissionais Ténicos de Cinema
e Vídeo de Santa Maria - RS
11. FINISH PRODUTORA - SANTA MARIA - RS
12. ONG PROJETO BEM VIVER - EMBU DAS ARTES, SP
13. FÓRUM MUNICIPAL DE CULTURA DE CAMPINAS - CAMPINAS, SP
14. QUIMERA PRODUÇÕES - SÃO LUÍS, MA
15.
SACADA PRODUÇÕES ARTÍSTICA E CULTURAIS
16.
O MAGO REALIZAÇÕES - FLORIANÓPOLIS, SC
Cineclubes:
1.
Cachaça Cinema Clubes - Rio de Janeiro, RJ
2. Cineclube da ABD/AL - Maceió, AL
3. Cineclube ABD/ Antares - Teresina, PI
4. Cineclube ABD/GO - Goiânia, GO
5.
Cineclube Aldire Pereira Guedes - Bauru, SP
6. Cineclube Anhembi - São Paulo, SP
7. Cineclube Ankito
8. Cineclube AZouganda - Nazaré da Mata, PE
9. Cineclube Balaio - Brasília, DF
10. Cineclube Beco do Rato - Rio de Janeiro, RJ
11. Cineclube Caiçara - Bertioga, SP
12.
Cineclube Casa de Cultura - Vila Velha, ES
13.
Cineclube Casa Curta-SE - Aracaju, SE
14.
Cineclube Casinha - São Paulo, SP
15. Cineclube Cauim - Ribeirão Preto, SP
16.
Cineclube Central - Vila Velha, ES
17. Cineclube Cinema nos Bairros - Lins, SP
18. Cineclube Cinema Digital - Diadema, SP
19. Cineclube Circus - Assis, SP
20. Cineclube Darcy Ribeiro - São Paulo, SP
21.
Cineclube ECAC - Bocaina, SP
22. Cineclube ECAC - Itapuí, SP
23. Cineclube ECAC - Jahú, SP
24. Cineclube ECAC - Mineiros do Tiete, SP
25. Cineclube ECAC - Piratininga, SP
26. Cineclube ECAC - Torrinha, SP
27.
Cineclube Eco-Social - Águia Branca, ES
28. Cineclube Embu das Artes - Embu das Artes, SP
29. Cineclube Floresta - Alta Floresta, MT
30.
Cineclube Garoto - Vila Velha, ES
31.
Cineclube Guadala - Vila Velha, ES
32. Cineclube Humberto Mauro - Piracicaba, SP
33. Cineclube Ideário - Maceió, AL
34.
Cineclube Itapuã - Vila Velha, ES
35.
Cineclube Imagem em Movimento - Barra de São Francisco, ES
36. Cineclube Irmão Sol, Irmã Lua - Ijuí, RS
37.
Cineclube João Bennio - Goiânia, GO
38.
Cineclube Lanterninha Aurélio - Santa Maria, RS
39.
Cineclube Metrópolis - Vitória, ES
40.
Cineclube Mossoró - Mossoró, RN
41. Cineclube Natal - Natal, RN
42. Cineclube Osvaldo de Oliveira - Itu, SP
43. Cineclube Outros Tempos - Niterói, RJ
44. Cineclube Participação - Vila Velha, ES
45. Cineclube Pilar de Mauá - Mauá, SP
46. Cineclube Phobus - Rio de Janeiro, RJ
47. Cineclube Pólis - São Paulo, SP
48.
Cineclube Raízes - Dores do Rio Preto, ES
49. Cineclube Rosarinho - Brasilia, DF
50.
Cineclube São Roque - São Carlos, SP
51. Cineclube Sated - São Paulo, SP
52. Cineclube Sem Compromisso - Olímpia, SP
53. Cineclube Spoutnik - São Paulo, SP
54. Cineclube Tela Brasilis - Rio de Janeiro, RJ
55.
Cineclube Terra - Vila Velha, ES
56.
Cineclube Unifra - Santa Maria, RS
57. Cineclube Unisuam
58. Cineclube Vila Buarque - São Paulo, SP
59.
Cineclube Vozes do Morro - Vila Velha, ES
60.
Cineclube Zero MM - Santo André, SP
61. Cine Mofo - RJ
62. CineUFSCAR - São Carlos, SP
63.
CPCine - Centro de Promoção do Cinema, SP
64.
CREC - Centro RioClarense de Estudos Cinematográficos - Rio Claro, SP
65.
Difusão Cineclube - Atibaia, SP
66.
Photo Cineclube Chaparral - Embu das Artes, SP
67. Tela Tudo Clube de Cinema - Maceió - AL
Pontos de Cultura:
1. PONTO DE CULTURA ABD/ANTARES - TEREZINA, PI
2.
PONTO DE CULTURA CIDADE VIVA - RIO CLARO, SP
3. PONTO DE CULTURA CUCA DA UNE - SALVADOR, BA
4. PONTO DE CULTURA FIGURAS EM TRÂNSITO - SE
5. PONTO DE CULTURA IDEÁRIO - MACEIÓ, AL
6. PONTO DE CULTURA NAVEGAR AMAZÔNIA - MACAPÁ, AP
7. PONTO DE CULTURA VILA BUARQUE - SÃO PAULO, SP
Festivais e Mostras:
1. CONTATO - SÃO CARLOS, SP
2. CURTA ATIBAIA - ATIBAIA, SP
3. DIA INTERNACIONAL DA ANIMAÇÃO, BR
4. FESTIVAL CINEMA NA FLORESTA - ALTA FLORTESTA, MT
5. FESTIVAL DE ATIBAIA INTERNACIONAL DO AUDIOVISUAL - ATIBAIA, SP
6. FESTIVAL CURTA-SE - ARACAJU, SE
7. FESTIVAL GUARNICÊ - SÃO LUÍS, MA
8. FESTIVAL SANTA MARIA DE CINEMA E VÍDEO - SANTA MARIA, RS
9. GRANIMADO - FESTIVAL INTERNACIONAL DE ANIMAÇÃO DE GRAMADO - GRAMADO,
RS
10. JORNADA INTERNACIONAL DE CINEMA DA BAHIA - SALVADOR, BA
11. TUDO SOBRE MULHERES - CHAPADA DOS GUIMARÁES, Ma
Coletivos:
Movimento Cooperarte: Coletivo de produtores e simpatizantes do
cineclubismo em Campinas, São Paulo
Pão Com Ovo Filmes - Santa Maria, RS
Produtoras:
Gestores de Cultura e Representantes Governamentais:
1. Cláudio Antonio de Mauro - geógrafo, professior universitário e
ex-Prefeito de Rio Claro, SP
2. João Germano Meyer - Arquiteto e Diretor de Difusão Cultural e
Eventos de Rio Claro, SP
3. José Augusto Vinagre - Secretaria Municipal de Cultura de Bauru, SP
4. José Roberto Tricoli - Arquiteto e Prefeito de Atibaia, SP
5. Lauro Monteiro - Artista Plástico e Secretario de Cultura de
Araraquara, SP
6. Vitor Carvalho - Fotógrafo e Secretaria Municipal de Cultura e
Eventos de Atibaia, SP
Pessoas Físicas:
1. Adriano da Cruz Rohrig Pimentel - Rio Claro, SP - enfermeiro e
estudante
2. Adriano de Angelis - Brasília, DF - jornalista
3. Adriano Rocha - Bragança Paulista, SP - advogado
4. Affonso Galindo - Belém, PA - Presidente da ABD&C/PA
5. Agostinho Bizinoto - Alta Floresta, MT - ator, gestor e produtor
cultural
6. Ale Machado - animador e Presidente da ABCA
7. Alexandre Soares - Mauá, SP - cineclubista
8. Altair Moreira - São Paulo, SP - jornalista e gestor cultural
9. Amanda Ramos Alves dos Santos - Paulista, PE - Estudante e
Cineclubista
10. Ana Arruda - Brasília, DF - produtora cultural
11.
André Piero Gatti - São Paulo, SP - professor universitário
12. André Sandino - Rio de Janeiro, RJ -
13.
Antonio Claudino de Jesus - Vila Velha, Es - médico e professor
universitário
14. Antonio de Gouveia Jr. - São Paulo, SP - advogado
15. Aurora Leão - Fortaleza, CE - jornalista
16. Bene Silva - Embu das Artes, SP - artista e produtor cultural
17. Bernadete Passos - Paraty, RJ - atriz e arte educadora
18. Beth Verdegay - Atibaia, SP - artista plástica
19.
Beto Leão - Goiânia, GO - jornalista
20. Beto Rodrigues - Porto Alegre, RS - cineasta
21. Bohumila Araujo - Salvador, BA
22. Bruno Afonso Vieira - agente cultural
23. Bruno Borges Kieling - Santa Maria, RS - estudante
24.
Bruno Cabús - Vila Velha, ES - biólogo
25. Caio Brasil - Atibaia, SP - comunicólogo e produtor cultural
26.
Calebe Augusto Pimentel - Rio Claro, SP - produtor cultural
27. Candido Alberto da Fonseca - Campo Grande, MS - professor
universitário
28. Caó Cruz aAves - Salvador, BA - animador
29. Carlos Alberto Badke - Santa Maria, RS - professor universitário
30. Carlos Alberto Kalú - Produtor Cultural - Santa Maria - RS
31. Carlos Antonio Cruz - Belo Horizonre, MG -
32. Carlos Brezeghello - Atibaia, SP - artista plástico
33. Carlos Brandão - pesquisador
34. Carlos Cristiano Barboza Frederico - Maceió, AL -
35. Carlos Seabra - São Paulo, SP - editor
36. Carlos Tourinho - Natal, RN - presidente da ABD/RN
37. Carmensita Goulart Crespo - Rio Claro, SP - fonoaudióloga
38. Cesar Cavalcanti - Florianópolis - SC
39. Cesário Ribeiro de Paula Filho - Atibaia, SP - jornalista
40. Claudia Schuch - Produtora Audiovisual
41. Cláudio Constantino - Belo Horizonte, MG - Presidente Curta Minas
42. Charles Brait - Embu das Artes, SP - cineclubista
43. Christian Pineda Zanella - Ijuí, RS -
44. Cristiano Requião -
45. Daniel do Nascimento Paim - Jornalista
46. Daniel de Queiroz Soares - Belo Horizonte/ MG
47. Daniela Brusantin - Piracicaba, SP - publicitária
48. Daniela Fernandes - Belo Horizonte, MG - jornalista
49. Daniela Bertoline - São Paulo, SP - jornalista e produtora
50. Dario Goulart - Rio de Janeiro, RJ - Presidente da ABD&C/RJ
51. Débora Butruce - Rio de janeiro, RJ -
52. Deise Dias - Santa Maria, RS - Fonoaudióloga
53. Deise Nascimento - Jornalista e presidente do Fórum Muncipal de
Cultura de Campinas
54. Deise Velten - Montreal, CA
55. Diaulas Ulysses - Diadema, SP -
56. Diomédio Piskator - São Paulo, SP - jornalista
57. Duda Falcão - Salvador-BA
58. Éber Novo - Rio Claro, SP - produtor de TV
59.
Edison Puente - Florianópolis, SC
60. Eduardo Kubli Passos - Atibaia, SP - estudante
61. Eneida Ferreira - Atibaia, SP - paisagista
62. Euclides Moreira Neto - São Luís, MA - Diretor do Festival Guarnicê
63. Fabiano Foggiato Godinho - Produtora e Presidente da Estação Cinema
64.
Felipe Macedo - São Paulo, SP -
65. Fernanda Versolato - São Paulo, SP - atriz e produtora cultural
66. Fernando Kaxassa - Ribeirão Preto, SP - produtor cultural
67. Fernando Santana - Rio Claro, SP - design
68. Fernando Souza - Ribeirão Preto, SP - cineasta e cineclubista
69.
Fernando Tobgyal - Jahú, SP -
70. Flávio Machado -
71. Francine Nunes - Santa Maria, RS
72. Francisco Carlos Leal Passos - Atibaia, SP - marceneiro
73.
Francisco Geovanni Fernandes Rodrigues - Mossoró, RN - professor
universitário
74. Francisco Gleydson Bezerra Raulino - Natal, RN.
75. Francisco Weyl - poeta
76. Frank Ferreira - São Paulo, SP - jornalista
77. Gabriel Perrone - Vitória, ES - cineasta
78. Geraldo Moares - Brasília, DF - cineasta e diretor da Coalizão
Brasileira Pela Diversidade Cultural
79. Geraldo S. Rodrigues - Jaguariúna, SP - écologo
80. Giovane Rocha - Diretor de Fotografia - Santa Maria - RS
81. Gui Castor -Vila Velha, ES - cineasta
82. Guido Andre Araujo - Salvador, BA
83. Guido Araújo - Salvador, BA - Diretor da Jornada Internacional
de Cinema da Bahia
84. Guilherme Castro - Porto Alegre, RS - Diretor Cinematográfico
85. Guto Pasko - Curitiba, PR - cineasta e Presidente da AVEC-ABD/PR
86. Hamilton Faria - São Paulo, SP - poeta e gestor cultural
87. Heloísa Rodrigues - RJ
88. Heitor Gaudenci Junior - Piracicaba, SP - filósofo e professor
universitário
89. Hermano Figueiredo - Maceió, AL - cineasta
90. João Baptista Pimentel Junior - Rio Claro, SP - advogado
91. João Baptista Pimentel Neto - Atibaia, SP - gestor e produtor
cultural e Presidente da Federação paulista de Cineclubes
92. João Carlos Bacelar - Campinas, SP - administrador de empresas
93. João Paulo Macedo - Évora, PT - Presidente da Federação
Portuguesa de Cineclubes
94. João Paulo Miranda - Rio Claro, SP - cineasta
95. José Luiz Fernandes - Lins, SP - produtor cultural
96. Juliana D´Urso - Rio Claro, SP - atriz
97. Juliane Fossatti - Santa Maria - RS - Relações Públicas e Produtora
98. Leila Barreto - Niterói, RJ - cineclubista
99.
Leonardo Barbosa Rossato - São Carlos, SP - mestrando
100. Lis Paim - Maceió, AL - jornalista
101. Luciana Druzina - Porto Alegre, RS - animadora e produtora cultural
102.
Luciano Guimarães - Águia Branca, ES - cineclubista
103.
Luis Alberto Cassol - Santa Maria, RS - cineasta e Vice-Presidente do
CNC
104. Luiz Carlos Grassi - Santa Maria, RS - Diretor e Prof. UFSM
105. Luis Eduardo Tavares - São Paulo, SP - sociólogo
106. Luis Fernando Brezeghello - Atibaia, SP - artista plástico
107. Luís Fernando Rodrigues - Santa Maria, RS
108. Luiz Fernando Quilice - Rio Claro, SP - administrador de empresas
109. Luís Antonio Parras, BA
110. Maria Sofia VB Guimarães
111. Narcelo Cabala - Santa Maria, RS - cineclubista e músico
112. Marcio Bertoni - Caracas, VE - estudante
113. Marcio Blanco - Rio de Janeiro, RJ
114. Marcio Moraes - Brasília, DF - cineasta
115. Marcius Patrizi - Rio Claro, SP - advogado
116. Marcos Valério Guimarães - Vila Velha, ES - produtor cultural
117. Maria Rachel da Graça Pizzotti Pimentel - Rio Claro, SP - professora
118. Marília Franco - São Paulo, SP - professora universitária e
pesquisadora
119.
Mariza Teixeira - Vila Velha, ES - produtora cultural
120. Matheus Bottan - Santo André, SP - comunicólogo e produtor cultural
121. Maurício Coppini - São Bernardo do Campo, SP - agente cultural
122. Maurício Vidal - animador
123. Myrna Brandão - Rio de Janeiro, RJ - pesquisadora
124. Miwkiywana Alencar Abe - Salvador, BA
125. Nelia Belchote - Salvador, BA
126. Nelma Maria Belchote - Salvador, BA
127. Nelson Marques - Natal, RN -
128. Nicole Kubli - Atibaia, SP - artista plástica e produtora cultural
129. Nicolle Malta Pontes Frire - Maceió - AL
130. Odônio dos Anjos - Ribeirão Preto, SP -
131. Orlando Bonfim - Vitória, ES - cineasta
132. Patrícia Andrade - São Paulo, SP - produtora cultural
133. Patrícia Dornelles - Porto Alegre, RS - psicóloga
134. Paulo Canabrava Filho - São Paulo, SP - Jornalista
135. Paulo Henrique Teixeira - Santa Maria, RS -
136. Paulo Rodrigues - Itu, SP
137. Pedro Fiuza - Natal, RN - cineclubista
138. Pedro Lazzarini - São Paulo, SP - Presidente do SINDCINE
139.
Renato Mendes Magalhães - Florianópolis, SC
140. Richardson Pontone - Belo Horizonte, MG
141. Roberto Sabóia - Teresina, PI - cineasta e Presidente da ABD
Antares/PI
142. Rodrigo Bouillet - Rio de Janeiro, RJ - Presidente da ASCINE/RJ
143.
Rosangela Rocha - Aracaju, SE - produtora do CURTA-SE
144. Sandra Baldessin - Rio Claro, SP - escritora
145. Sandra Carrilo - Salvador, BA
146. Sandro Santos - Rio Claro, SP - produtor cultural
147. Saskia Sá - Vitória, ES - cineasta e PRESIDENTE DA ABD/ES
148. Sebastião Ribeiro Filho - Vitória, ES - advogado
149. Sebastião Soares - Itapecirica da Serra, SP - produtor cultural
150. Solange Lima - Salvador, BA - cineasta, produtora e Presidente da
ABD/N
151. Tania da Cruz Rohrig - Rio Claro, SP - adminmistradora hospitalar
152. Tobias Damião Corrêa - Ijuí, RS -
153. Viviane Loiuse - Goiânia, GO - abedista
154. Zezé Pina - São Paulo, SP - produtora cultural
Enviada por: "João Batista Pimentel Neto" <pimentel em cineclubes.org.br>
Enviada por: "Pedro Pablo Lazzarini" <lazzarini em sindcine.com.br>
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