assunto: [CINEBRASIL] Bases ianques no Rio de Janeiro

autor: Sergio Santeiro / email autor: santeiro em vm.uff.br     RESPONDER A ESTA MENSAGEM
data: Quarta Novembro 18 11:57:35 BRST 2009


Aí está, as histórias se repetindo, os órgãos dominados por novatos  
inexperientes e desconhecedores do formidável aos milhares acêrvo de  
imagens e sons que produzimos digamos nos ultimos 50 anos.

E aí insistem nas bobagens de sempre: editais de produção pra qualquer  
um ou pros compadres, espalhamento de verbas menores para qualquer um  
e inexistência de uma politica de veiculação e circulação das pilhas  
empilhadas nas gavetas oficiais.

A esta altura permito-me dizer nem lei do curta mais resolve a não ser  
com um criminoso e indigno funil ou pitching/bitching. Ctavs, mincs,  
riofilmes, festivais tudo na besteira de patrocinar a globo e seus  
aliados, buchas de canhão.

Nem se sabe como nem porque a tal da nova Riofilme patrocina meia  
dúzia de coisas, os ricos de sempre e um ou outro pobretão escolhido  
pra dizer que é publicana. Como é que foi isso? Inscreveram-se, quem  
escolheu quem?  Metem os pés nas mãos e ainda reclamam. São  
transparentes, talvez predicado de fantasmas.
Veremos quem leva o funcine, se fôr a pala cantada, vai ficar mal pro edital.

Agora só o que resolve é o estado comprar tudo e postar nos seus  
portais. Não querem a imagem do país bombando no estrangeiro, ou só  
querem o estrangeiro bombando no país? s.

citando Noilton Nunes <noiltonunes em hotmail.com>:

>
> Tenho participado ativamente de ações a favor de uma America do Sul  
> sem bases ianques. Gostaria de levar o tema para discussão na  
> Conferencia Nacional de Comunicação sob a seguinte ótica: as bases  
> norte americanas na Colombia incentivam a belicosidade e em breve  
> teremos conflitos inevitáveis. Temos que agir logo. Botar para fora  
> todas as bases de dominação estrangeira em nuestra America,  
> incluindo as mais perigosas e que não são combatidas com o empenho  
> necessário: as bases televisivas que invadem nosso espaço aéreo  
> audiovisual impondo o falido american way of life e a política  
> fomentadora de guerras, via filmes subsidiados pela indústria  
> bélica. A Tela Quente é Nossa. O Domingo Maior é nosso. A Sessão da  
> Tarde é nossa... Tudo isso é área de segurança nacional do Brasil.  
> Não pode continuar sendo território norte americano instalado em  
> Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, para vender o made in usa. Esperamos  
> que a Conferencia Nacional de Comunicação mostre que para se vencer  
> esses imenso
> s desafios, não é preciso criar mais nenhuma lei; somente fazer  
> chegar aos ouvidos, aos olhos e a consciencia do nosso povo esse  
> tipo de debate. Com a palavra o Ministro da Defesa. Com a palavra o  
> Ministro da Saúde. O bombardeio sistemático há mais de 40 anos tem  
> causado doenças terríveis e a lobotomia de milhões de seres humanos  
> As bombas de efeito moral que transmitem imagens e sons diariamente  
> foram formatadas para destruição cerebral em massa e são capazes de  
> irradiar permanentemente ondas poderosas, com o objetivo de  
> imbecilizar povos inteiros. Abraços, Noilton
>
>
>
>


Enviada por: Sergio Santeiro <santeiro em vm.uff.br>

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